A Missner operava no modelo tradicional de televendas, focado em volume de ligações. A carteira de clientes não possuía segmentação nem classificação: os cadastros chegavam do ERP com o mínimo de informação como nome e telefone, sem histórico, sem Curva ABC e sem critério de priorização. O resultado era uma carteira pulverizada, onde exceções viravam regra e a equipe não conseguia identificar com clareza quem eram os clientes mais relevantes, nem quando reagir a uma queda de compra.

